No próximo dia 8 de maio, quando se celebra o Dia Nacional do Turismo, o projeto Quase Nativa – Expedição Amazônia Paraense ganha destaque ao propor um modelo de viagem focado na preservação e no protagonismo feminino. A iniciativa articula uma rede que integra seis territórios tradicionais do Pará: Soure, Pesqueiro, Quilombo de Mangueiras, Cotijuba, Algodoal e a região do Marajó.
Diferente do turismo convencional, o projeto atua na geração de renda e na formação técnica de mulheres locais, transformando-as em protagonistas da própria economia. A proposta é substituir a exploração turística pela troca cultural e pelo turismo de base comunitária (TBC).
Turismo regenerativo e preservação
O conceito central da expedição é o turismo regenerativo, um modelo que não se limita a “não poluir”, mas que busca ativamente restaurar e fortalecer o tecido social e ambiental do território.

Protagonismo feminino
O projeto destaca que as mulheres amazônicas são as principais guardiãs da biodiversidade e da cultura local. “O turismo torna-se uma ferramenta de preservação quando coloca quem vive no território no centro da cena”, explica a coordenação do projeto. Entre as personagens que compõem essa rede estão lideranças quilombolas e instrutoras de danças tradicionais, cujas trajetórias exemplificam a resistência cultural na Amazônia.
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