TSE lança “Pilili”, mascote das Eleições 2026 para incentivar participação dos eleitores - Estado do Pará Online

TSE lança “Pilili”, mascote das Eleições 2026 para incentivar participação dos eleitores

Personagem inspirada na urna eletrônica foi apresentada durante evento que celebrou os 30 anos do sistema de votação no Brasil

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apresentou, na ultima segunda-feira (4), a mascote oficial das Eleições 2026. Batizada de “Pilili”, a personagem é inspirada na urna eletrônica e tem como principal objetivo incentivar a participação da população, especialmente dos jovens, no processo eleitoral.

A apresentação ocorreu durante um evento que celebrou os 30 anos da urna eletrônica no Brasil e contou com a presença da presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia.

De acordo com o TSE, Pilili foi criada para ser um símbolo da democracia brasileira. A personagem é descrita como acessível, sociável e defensora do voto consciente, além de atuar como porta-voz da Justiça Eleitoral em campanhas educativas.

O nome “Pilili” faz referência ao som emitido pela urna eletrônica ao final da votação. A mascote não possui fala e se comunica por meio de gestos e elementos gráficos, reforçando a ideia de linguagem universal e inclusiva.

Estratégia para alcançar jovens eleitores

A proposta é que Pilili percorra diferentes regiões do país participando de ações educativas e campanhas institucionais. A personagem também deve aparecer em animações, vídeos, tutoriais e conteúdos para redes sociais, além de materiais impressos.

Outro destaque é a possibilidade de adaptação cultural: a mascote poderá utilizar acessórios que representem costumes regionais e participar de eventos populares, como festas juninas.

Criação e conceito

O desenvolvimento da mascote começou em 2023, a partir de uma iniciativa da equipe de comunicação do TSE. Segundo o tribunal, Pilili não possui gênero definido, representando neutralidade e evitando estereótipos.

Durante o evento, a ministra Cármen Lúcia destacou a importância da urna eletrônica ao longo das últimas três décadas. Segundo ela, o sistema contribuiu para eliminar fraudes e garantir que o resultado das eleições reflita a vontade do eleitor.

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