Mais um esquema de rachadinha na FCP-PA é investigado pelo MP

Novos milionários surgem a todo momento e as denúncias pipocam sem que haja efetiva investigação contra os agentes públicos ligados ao governo de Helder Barbalho, mas dessa vez, o promotor do Ministério Público do Pará, Aldo de Oliveira Brandão promete ir a fundo de mais um esquema de corrupção que assola os cofres públicos da Fundação Cultural do Pará.

Thiago Miranda, nomeado por Helder Barbalho como presidente da Fundação Cultural do Pará, órgão que segue repleto de graves denúncias de corrupção, sem que ninguém seja efetivamente punido pela poder judiciário paraense.
Thiago Miranda, nomeado por Helder Barbalho como presidente da Fundação Cultural do Pará, órgão que segue repleto de graves denúncias de corrupção, sem que ninguém seja efetivamente punido pela poder judiciário paraense.

O site O Antagônico publicou matéria com a informação de que há uma investigação em curso sobre um esquema criminoso envolvendo membros do governo Helder Barbalho que comandam a poderosa Fundação Cultural do Pará, alvo de outras denúncias que seguem curtindo a impunidade por parte do poder judiciário paraense.

Leia abaixo:

A Fundação Cultural. Os Contratos Milionários. A Rachadinha. Os Servidores. O Promotor e a Investigação.

Um dia a casa cai: O promotor de justiça Aldo de Oliveira Brandão está investigando, por improbidade administrativa, enriquecimento ilícito por parte de Rodrigo Barbosa Ferreira e Allana Paula Cunha da Fonseca, que auferiram vantagem patrimonial indevida mediante a prática de rachadinha com servidora da Fundação Cultural do Pará (FCP), hoje sob o comando de Thiago Miranda, (filho do prefeito de Marabá, Tião Miranda); e eventual omissão dolosa de agentes públicos da fundação que permitiu, facilitou ou concorreu para que terceiros se enriquecessem ilicitamente.

Diga-se de passagem, não é de hoje que a Fundação Cultural, entra secretário e sai secretário, segue “torrando” milhões do contribuinte com práticas nada republicanas. Nas escadas e corredores da secretaria, até os degraus e lajotas sabem que, nos shows e eventos contratados, na maioria dos casos as empresas são de “fachada” e os valores são rateados entre os participantes do esquema. Não precisa cavar muito para chegar no centro do negócio. Veja abaixo a portaria:

Extrato da PORTARIA nº 011/2024 – Inquérito Civil n° IC 06.2024.00000710-6

PORTARIA de Instauração: 011/2024-MP/6ªPJDPPMA

Objeto: Apurar a prática de ato de improbidade administrativa que importou enriquecimento ilícito por parte de Rodrigo Barbosa Ferreira e Allana Paula Cunha da Fonseca, que auferiram vantagem patrimonial indevida mediante a prática de rachadinha com servidora da Fundação Cultural do Pará (FCP); e eventual omissão dolosa de agentes públicos da fundação que permitiu, facilitou ou concorreu para que terceiros se enriquecessem ilicitamente.

Promotor de Justiça: ALDO DE OLIVEIRA BRANDÃO SAIFE

Promotoria de Justiça: 6º cargo da Promotoria de Justiça.

Em maio deste ano, Lúcio Flávio Pinto denunciou os esquemas de rachadinha envolvendo os gestores da Fundação Cultural do Pará e deputados estaduais e até agora ninguém foi se quer chamado para prestar esclarecimentos, dando a entender que o poder judiciário está amordaçado, como muitos cidadãos comentam através das redes sociais, já que boa parte da imprensa segue cega, surda e muda em relação ao governo de Helder Barbalho (MDB).

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