Cidades

Restaurante diz que tinha alvarás e aguarda laudos sobre desabamento de piso em Belém

Por Estado do Pará Online
05/07/2026 às 15:57 • 2 min

O restaurante Palafita, onde parte do piso cedeu durante uma festa de 15 anos na madrugada deste domingo (5), no bairro da Cidade Velha, em Belém, afirmou que possuía alvará de funcionamento e licença do Corpo de Bombeiros em situação regular e que o número de pessoas presentes estava dentro da capacidade permitida. O estabelecimento também informou que aguarda a conclusão dos laudos técnicos para esclarecer as causas do acidente.

Além de divulgar uma nota oficial nas redes sociais, o estabelecimento respondeu aos questionamentos do Estado do Pará Online (EPOL) por meio do advogado do restaurante. Segundo ele, “conforme o alvará de funcionamento e licença dos bombeiros, a casa estava em perfeitas condições de funcionar” e “o limite de pessoas estava dentro do estabelecido pelo Corpo de Bombeiros”.

De acordo com o representante, ainda não é possível apontar o que provocou o rompimento do piso. “O motivo do ocorrido, vamos aguardar o laudo do IML e da Defesa Civil que estão apurando as causas do acidente”, afirmou.

Na nota publicada nas redes sociais, a direção do Palafita manifestou solidariedade às vítimas, informou que a prioridade foi prestar auxílio imediato aos feridos e disse estar colaborando com as autoridades competentes. O restaurante também declarou que está adotando as medidas de segurança determinadas pela Defesa Civil e que permanece à disposição para prestar esclarecimentos.

Conforme o Corpo de Bombeiros Militar, três vítimas foram socorridas pela corporação e encaminhadas ao Pronto-Socorro Municipal da 14 de Março. Outras oito pessoas feridas foram levadas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) para atendimento médico. A área foi isolada após o acidente.

Os bombeiros esclareceram ainda que a perícia para apurar as causas do desabamento é de responsabilidade dos proprietários do estabelecimento. Até a publicação deesta matéria, os laudos que deverão indicar o motivo do rompimento do piso ainda não haviam sido concluídos. O EPOL segue acompanhando o caso.

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