Cidades

Polícia prende homem condenado por assalto a família na zona rural de Muaná

Crime ocorreu em 2021 e teve como vítimas um casal e cinco crianças

Por Sarah Carvalho
04/09/2026 às 17:10 • 2 min

A Polícia Civil prendeu, nesta quinta-feira (3), em Muaná, no Arquipélago do Marajó, um homem conhecido como “Beira-Mar”, condenado em primeira instância pelos crimes de roubo majorado e associação criminosa. A prisão preventiva foi cumprida em razão de um assalto ocorrido em 2021, na zona rural do município.

Segundo as investigações, o crime aconteceu no dia 24 de outubro de 2021, na localidade Rio Inembú. Por volta das 17h30, “Beira-Mar” e outros dois suspeitos chegaram ao local em uma embarcação do tipo rabeta. Inicialmente, o grupo teria se passado por clientes antes de anunciar o assalto.

Ainda de acordo com a Polícia Civil, os criminosos estavam armados e renderam um casal e os cinco filhos menores de idade. As vítimas foram amarradas dentro da residência e permaneceram sob ameaças de morte durante a ação.

Cerca de R$ 20 mil foram levados

Conforme as investigações, os assaltantes fugiram levando aproximadamente R$ 20 mil em dinheiro, além de uma televisão de 52 polegadas, motores de popa, placas solares, um gerador, baterias e mantimentos.

Após o processo judicial, os envolvidos foram condenados em primeira instância. A Justiça também decretou a prisão preventiva dos réus, considerando, entre outros fatores, a gravidade do crime, o uso de armas de fogo, a participação de mais de uma pessoa e a violência empregada contra as vítimas, incluindo as crianças.

Com o mandado em mãos, policiais civis de Muaná realizaram diligências e conseguiram localizar “Beira-Mar”. Ele foi preso e encaminhado para os procedimentos legais.

Um dos corréus, que também teve a prisão decretada, ainda não foi localizado. As equipes policiais continuam as buscas. Há informações de que ele possa estar escondido em uma área de morro no estado do Rio de Janeiro, mas essa possibilidade ainda é apurada pela Polícia Civil.

Após os procedimentos de praxe, o preso permaneceu à disposição da Justiça.

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