Esportes

Matheus Vargas detalha primeiros dias de reabilitação após nova cirurgia

Por Giovanna Queiroz
09/07/2026 às 15:47 • 3 min
Matheus Vargas, volante do Paysandu

Foto: Jorge Luís Totti / Paysandu

O volante bicolor Matheus Vargas comentou com exclusividade ao EPOL sobre os primeiros dias de tratamento após a nova cirurgia de reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho esquerdo. O procedimento cirúrgico foi realizado no dia 30 de junho para tratar da lesão sofrida pelo jogador no final de maio.

Matheus Vargas afirma que o principal desafio desta primeira semana tem sido o inchaço provocado pela cirurgia. Ele explicou que o edema é considerado normal neste início e que o tratamento consiste principalmente em fisioterapia e aplicação frequente de gelo. Segundo ele, a expectativa é de uma evolução maior após a retirada dos pontos, prevista para os próximos dias.

“A princípio, está tudo dentro da normalidade. O inchaço no joelho é esperado. Tenho feito bastante fisioterapia e aplicado muito gelo para ajudar a reduzir o edema”, disse.

O jogador também comparou a recuperação atual com a vivida após a lesão do ano passado. Apesar de a ruptura ter sido novamente no ligamento cruzado anterior (LCA), ele explica que a principal diferença está na técnica utilizada para a reconstrução. 

A cirurgia, conduzida pelo médico do Paysandu, Edilson Andrade, ortopedista especialista em traumatologia do esporte e cirurgia do joelho, utilizou um enxerto diferente do procedimento anterior, o que alterou os pontos de incômodo neste período de reabilitação

“A diferença da primeira lesão do ano passado é que, desta vez, foi utilizado um tendão diferente. Na primeira cirurgia foi o tendão patelar, e agora o doutor Edilson optou pelo reto femoral da mesma perna. A lesão foi a mesma, só no LCA, sem precisar mexer no menisco. A recuperação está sendo bem parecida, mas agora a dor fica mais na parte superior da coxa, onde foi retirado o enxerto. Antes, doía mais na região do joelho, perto do tendão patelar”, detalhou.

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Fora das atividades de fisioterapia, Matheus destacou que o apoio da família tem sido valioso neste início de recuperação. Ele afirma que a presença da esposa e o suporte recebido em casa o ajudam a passar por este momento que existe paciência e disciplina.

“A ansiedade existe, mas é preciso respeitar cada etapa da recuperação. Tenho minha família ao meu lado, principalmente minha esposa, e esse apoio tem sido fundamental”, revelou.

Projetando o retorno aos gramados, o atleta diz que busca se manter firme, encarando a recuperação um dia de cada vez. Segundo Vargas, a meta é evoluir gradualmente, sem pular nenhum processo, para voltar às atividades no momento certo.

“Se eu melhorar 1% a cada dia, daqui a seis ou sete meses vou estar preparado para fazer a transição e pensar novamente em entrar em campo”, concluiu.

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