O governo federal anunciou a criação de uma linha de crédito voltada para profissionais de entrega por aplicativo comprarem motos e bicicletas elétricas. O programa, que começa a operar no dia 13 de julho, busca modernizar a frota de veículos urbanos e diminuir as emissões de poluentes.
O financiamento atende tanto condutores autônomos quanto profissionais contratados sob o regime da CLT. Para obter o benefício, o trabalhador precisa comprovar ao menos meio ano de atividade e o histórico de 100 corridas no sistema.
O cadastro dos interessados ocorrerá em uma plataforma digital unificada que cruzará dados com os bancos públicos. Instituições como a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil serão as responsáveis pela validação e liberação dos recursos.
A proposta abrange modelos flex de até 160 cilindradas, além de opções elétricas de até 7500 Watts e bicicletas de até 1000 Watts. Cada entregador cadastrado terá direito a financiar apenas um veículo de forma individualizada.
O prazo máximo de pagamento do contrato foi fixado em 48 meses, com uma carência de dois meses para a primeira parcela. As taxas de juros anuais foram definidas em 12,5% para homens e em 11,5% para o público feminino.
O Tesouro Nacional utilizará o Fundo de Garantia de Operações para cobrir eventuais inadimplências e mitigar o risco bancário. Em uma simulação oficial com o teto de 21 mil reais, o valor estimado de cada prestação mensal ficou em 552 reais.
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