O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) cometeu um erro de fala durante uma entrevista coletiva realizada em Washington ao atribuir o convite para sua visita à Casa Branca ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O parlamentar se corrigiu logo em seguida e esclareceu que o chamado partiu do presidente americano Donald Trump, com quem havia se reunido minutos antes.
O mal-entendido aconteceu enquanto o político detalhava a recepção oficial e a presença de assessores no gabinete estrangeiro. “Mais uma vez, foi um convite oficial do presidente Lula, ele estava ali com dois assessores dele… do presidente Trump, desculpa, o presidente Trump estava com dois assessores dele”, declarou o congressista.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) cometeu um erro de fala durante uma entrevista coletiva realizada em Washington ao atribuir o convite para sua visita à Casa Branca ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). pic.twitter.com/yStKmK5f2F
— Portal Estado do Pará Online (@Estadopaonline) May 27, 2026
A viagem oficial aos Estados Unidos foi organizada pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro por meio de articulações com a ala ideológica do governo republicano. A comitiva brasileira levou para o debate temas considerados prioritários pelo grupo, como o mercado de minerais e a garantia de liberdade de expressão na internet.
Durante a audiência, o pré-candidato à Presidência da República apresentou uma demanda para que duas das maiores facções criminosas brasileiras entrem na lista de vigilância internacional de Washington. “Pedi enfaticamente ao presidente Trump que designe o quanto antes o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras”, afirmou o senador.
O parlamentar também prometeu alinhar o Brasil ao projeto do Escudo das Américas, uma coalizão militar focada no combate ao crime organizado e em frear interferências externas, caso vença o próximo pleito. Em resposta aos pedidos, o líder norte-americano sinalizou que vai avaliar a classificação dos grupos e aproveitou a oportunidade para perguntar sobre a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro.
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