Contra o Botafogo, Remo carrega tabu desde 2003 - Estado do Pará Online

Contra o Botafogo, Remo carrega tabu desde 2003

Leão e Fogão já se enfrentaram 10 vezes em competições nacionais, com duelos marcantes na Série B e Copa do Brasil

Contra o Botafogo, Remo carrega tabu desde 2003
Fernando Torres

Remo e Botafogo já cruzaram caminhos 10 vezes em competições oficiais. No retrospecto geral, são cinco vitórias do Fogão, dois empates e três triunfos do Leão Azul, um histórico enxuto, mas espalhado por diferentes décadas.

O confronto começou ainda nos anos 1970, pelo Brasileirão, e voltou a ganhar força nos anos 2000, principalmente na Série B e na Copa do Brasil. Apesar da vantagem numérica do lado carioca, o duelo já teve capítulos favoráveis ao clube paraense.

Jogando no Rio, o cenário pesa para o Alvinegro. Em quatro partidas como mandante, o Fogão venceu três e perdeu uma. A única vitória azulina fora de casa aconteceu na Copa do Brasil de 2001, quando o Remo fez 2 a 1 e avançou na competição.

Em Belém, o equilíbrio aparece. Em seis jogos com mando do Leão, são duas vitórias para cada lado e dois empates. No Brasileirão, inclusive, nunca houve triunfo azulino diante do adversário carioca: foram dois empates e uma derrota.

A Série B concentra a maior parte dos encontros. Em 2003 e 2021, o Botafogo levou a melhor na maioria dos confrontos, incluindo um 4 a 1 no Rio e um 3 a 0 mais recente no Nilton Santos. Já o Remo também venceu uma em 2003, com vitória por 3 a 2 no Baenão, inclusive, sendo o último triunfo sobre os cariocas.

Pela Copa do Brasil, o histórico é totalmente favorável ao Leão. Nos dois jogos disputados em 2001, o clube paraense venceu ambos, com 2 a 1 em Belém e 2 a 1 no Rio, escrevendo um dos capítulos mais simbólicos do confronto.

No total, o Botafogo marcou 21 gols contra 13 do Remo. A média é de 2,1 gols por partida para o lado carioca e 1,3 para os azulinos, números que reforçam a leve superioridade estatística do Fogão ao longo do tempo.

Agora, o duelo volta a acontecer pelo Brasileirão, no Nilton Santos. O histórico aponta vantagem alvinegra, mas também lembra que, quando menos se espera, o Leão já mostrou que sabe rugir diante do adversário carioca.

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