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Adolescente de 15 anos levada para ‘tribunal do crime’ é encontrada morta em Marabá

Valentina Irene Alves da Silva estava desaparecida desde 24 de agosto; Polícia Civil investiga possível envolvimento de facção criminosa no assassinato.

Por Estado do Pará Online
03/09/2026 às 17:41 • 2 min
Valentina Irene Alves da Silva estava desaparecida desde 24 de agosto; Polícia Civil investiga possível envolvimento de facção criminosa no assassinato

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Uma adolescente de 15 anos que estava desaparecida desde a noite de 24 de agosto foi encontrada morta nesta quarta-feira (2), em uma área de floresta localizada no bairro Tiradentes, em Marabá, no sudeste do Pará.

A vítima foi identificada como Valentina Irene Alves da Silva. De acordo com informações da Polícia Civil, a principal linha de investigação aponta que a adolescente teria sido levada por integrantes de uma facção criminosa e submetida a um chamado “tribunal do crime”.

O corpo foi encontrado durante as buscas realizadas por equipes policiais na região. A localização ocorreu no decorrer de uma operação deflagrada para apurar o desaparecimento e as circunstâncias da morte da adolescente.

Durante a ação, os policiais cumpriram cinco mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária, todos expedidos pela 1ª Vara Criminal de Marabá.

Além do suspeito detido por força do mandado judicial, outras duas pessoas foram presas, segundo a Polícia Civil. Os envolvidos são investigados por crimes de ocultação de cadáver, tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo.

As investigações apontaram os suspeitos a partir dos depoimentos prestados por pessoas já detidas e também da análise de informações obtidas em celulares apreendidos durante a operação. Segundo a polícia, o conteúdo dos aparelhos pode contribuir para esclarecer a participação de outras pessoas no caso.

A Polícia Civil informou que o material recolhido durante a ação ainda será analisado e poderá auxiliar na identificação de outros envolvidos na morte da adolescente. Novas prisões não estão descartadas e podem ocorrer conforme o avanço das investigações.

A apuração é conduzida por uma força-tarefa integrada pela Superintendência Regional de Polícia Civil (10ª RISP), pela 21ª Seccional Urbana de Marabá e pela Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core Carajás).

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