A morte do fisiculturista Gabriel Ganley, de 22 anos, no último sábado (23), reacendeu debates sobre os limites do fisiculturismo competitivo e o uso de substâncias em protocolos de alto rendimento. Nas redes sociais, usuários passaram a compartilhar um vídeo divulgado anteriormente pelo influenciador fitness Rodrigo Góes, no qual ele fazia críticas aos métodos utilizados por atletas da área.
No trecho que voltou a circular nos últimos dias, Góes comenta sobre o uso frequente de pré-treinos, hormônios e estratégias agressivas de preparação física. Em tom de alerta, o influenciador afirma que, caso o protocolo fosse mantido diariamente, o atleta “viraria estampa”, expressão popular usada para se referir à possibilidade de morte precoce.
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Sobre o caso
Gabriel Ganley foi encontrado morto em seu apartamento, na zona leste de São Paulo. Segundo informações divulgadas pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), o caso foi registrado como morte suspeita e segue sob investigação. Até o momento, não há confirmação oficial sobre a causa do óbito.
A repercussão do caso levou influenciadores, atletas e profissionais da área da saúde a discutirem os riscos envolvidos em práticas extremas comuns no fisiculturismo, incluindo manipulação hormonal, uso de estimulantes, desidratação e controle rigoroso da alimentação em períodos de competição.
Nas redes, parte dos usuários apontou o vídeo de Rodrigo Góes como um “alerta ignorado”, enquanto outros criticaram a disseminação de especulações antes da divulgação do laudo oficial. Até agora, não existe comprovação de ligação direta entre os protocolos mencionados e a morte do atleta.
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