Suzane von Richthofen participa de visita técnica em delegacia durante curso de Direito em SP - Estado do Pará Online

Suzane von Richthofen participa de visita técnica em delegacia durante curso de Direito em SP

Condenada pela morte dos pais, Suzane acompanha atividade universitária em unidade policial de Bragança Paulista

Reprodução/ Redes sociais

Condenada pela morte dos pais em um dos crimes de maior repercussão do país, Suzane von Richthofen voltou a chamar atenção após participar de uma visita técnica em uma delegacia no interior de São Paulo ao lado de estudantes de Direito. A atividade ocorreu na última sexta-feira (23), no 1º Distrito Policial de Bragança Paulista, conhecido como Central de Polícia Judiciária. Atualmente com 42 anos, Suzane cursa o 3º ano de Direito na Universidade São Francisco.

Segundo informações divulgadas pelo colunista Ullisses Campbell, a visita fazia parte da disciplina de Direito Penal, ministrada pela professora Márcia Caceres Yokoyama. Cerca de 20 estudantes participaram da atividade, considerada facultativa pela universidade.

Durante aproximadamente duas horas, os alunos conversaram com delegados, investigadores e escrivãs sobre o funcionamento de uma unidade policial e a rotina das investigações criminais. Conforme os relatos publicados pelo jornalista, Suzane permaneceu em silêncio durante praticamente toda a visita e não fez perguntas aos policiais.

Entenda:

A presença dela chamou atenção pelo histórico ligado justamente a investigações de homicídio. Entre 2002 e 2006, Suzane esteve diversas vezes no Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), em São Paulo, durante o inquérito que apurou a morte dos pais, Manfred e Marísia von Richthofen.

Ela foi condenada a 39 anos de prisão pelo assassinato dos pais, ocorrido em 2002, crime cometido ao lado dos irmãos Cristian e Daniel Cravinhos, com quem mantinha relacionamento na época.

Ainda de acordo com Ullisses, Suzane já havia iniciado um curso de Direito aos 18 anos, na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Na ocasião, também participou de atividades externas organizadas pela faculdade, incluindo visitas ao Fórum Criminal da Barra Funda, local onde anos depois seria julgada e condenada.

Hoje em regime aberto, Suzane segue cumprindo as condições impostas pela Justiça. Segundo a publicação, ela não costuma participar de confraternizações com colegas da faculdade porque precisa permanecer em casa até o horário determinado pela pena.

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