UP anuncia pré-candidatas ao Senado e Governo do Pará; confira - Estado do Pará Online

UP anuncia pré-candidatas ao Senado e Governo do Pará; confira

Lançamento marca início das pré-campanhas da legenda no Pará com foco em lideranças sindicais

Anúncio das pré-candidaduras da UP em Belém. Foto: Lucas Neves/EPOL

Após uma série de programações na capital paraense ao longo deste sábado (02), a Unidade Popular pelo Socialismo (UP) trouxe sua pré-candidata à Presidência, Samara Martins para o anúncio das suas apostas para concorrer ao Senado Federal e ao Governo do Pará na corrida eleitoral de 2026.

O anúncio foi realizado na sede do Sindicato dos Urbanitários, em Belém, junto a apoiadores e militantes do partido. A ocasião marca o início oficial das pré-campanhas no estado.

Durante a agenda em Belém, Samara destacou a herança da Cabanagem como um dos princípios da luta popular movida pelos povos originários e a importância de usar esta herança como princípio na escolha das candidaturas locais, que valoriza nomes atuantes no setor sindical e com atuação junto à população.

Conheça as pré-candidatas

A presidente estadual do partido, Raquel Brício, foi anunciada como pré-candidata ao Governo do Pará. Ela e ribeirinha do Médio Moju e atua profissionalmente como guarda portuária, sendo presidente do Sindiporto PA/AP. Atualmente, Raquel também é estudante de Direito na Universidade Federal do Pará (UFPA).

Já a pré-candidata ao Senado é a servidora pública aposentada Gualdina Leite, sindicalista ligada à Fundação Papa João XXIII (Funpapa) com trajetória marcada pela militância sindical e participação em movimentos sociais desde os anos 1980.

Esta á a segunda vez que a legenda aposta na candidatura das duas lideranças, pois, nas eleições de 2024, Raquel foi candidata a titular da Prefeitura de Belém e Gualdina foi candidata a vice-prefeita.

Durante entrevista ao EPOL, Raquel Brício defende que a população não possui como opção de voto apenas candidaturas ligadas à Família Barbalho ou ao prefeito Daniel Santos. Ela aponta que eles já estiveram do mesmo lado e, por isso, não são opções seguras à população.

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