Giovanni Maiorana, filho do empresário Rômulo Maiorana Júnior, dono do Grupo Roma, atropelou e matou duas pessoas, depois de dirigir bêbado pelas ruas de Belém. Ele pagou fiança e foi liberado pelo juiz Heyder Tavares, responsável por determinar ações policiais contra jornalistas que publicam notícias contra poderosos no Pará.
Foi o Helder Barbalho que criou o "Dia do Garimpeiro".Temos que denunciar que ele é uma farsa e que tem as mãos sujas de sangue, diz líderi indígena em Belém, onde denunciou o governador anfitrião da "Cúpula da Amazônia", dizendo que o mundo precisa saber quem ele é. A indígena também reclamou da falta de participação dos povos originários no evento.
Helder Barbalho evita revelar os números negativos presentes durante todo seu governo, mas eles crescem em conformidade com a concentração de riqueza e poder nas mãos de poucos políticos e empresários, aumentando o fosso que separa os poucos ricos dos milhões de pobres no Pará.
Duciomar Costa, condenado e se movimentando em uma cadeira de rodas faz crer que o ditado popular "a Justiça tarda, mas não falha", ainda tá valendo.
O mestre em Comunicação pela UFPA e que atual como radialista e produtor da Rádio Cultura, Fabrício Rocha respondeu à postagem feita nas redes sociais deste redator, com o teor da nota da coluna Repórter 70, publicada na edição dominical do jornal O Liberal, deste último domingo, 30, que criticou o presidente da FUNTELPA, o ex-deputado estadual Miro Sanova (PDT), acusando-o de fazer do órgão estatal um cabide de emprego.
Hoje trazemos a estréia da coluna "Política Pará", um pinçado sobre pautas inéditas e mais relevantes da política paraense. Acompanhe, comente e compartilhe!
Um jovem servidor da UEPA, formado em gestão pública e estudante de Direito enviou carta à nossa redação dizendo que no penúltimo domingo, 25, foi cruelmente torturado, preso e humilhado por policiais militares, tanto em frente à família e vizinhos, quanto no hospital, na delegacia de polícia, por policiais civis e penais, no presídio onde passou dias preso injustamente, segundo ele, apenas por ser negro. A vítima cobra as câmeras corporais que o governo do Pará disse comprou para uso dos agentes de segurança pública do estado, que poderiam ter evitado o abuso da força e da autoridade por parte dos policiais militares.










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