Cidades

PF encontra e destrói cerca de 6 mil pés de maconha em terra indígena no sul do Pará

Operação Tekohã identificou dois pontos de cultivo na Terra Indígena Apyterewa, em ação que contou com apoio da Força Nacional, Funai e Ibama

Por Ludmila Viana
11/08/2026 às 22:11 • 2 min

Foto: PF

Cerca de 6 mil plantas de maconha foram encontradas e destruídas durante uma operação realizada na Terra Indígena Apyterewa, no sul do Pará. A ação ocorreu nesta segunda-feira (10) e contou com a participação da Polícia Federal (PF), Força Nacional, Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

A operação, chamada de Tekohã, teve como objetivo localizar e eliminar plantações de maconha dentro da área indígena. Durante as buscas, as equipes encontraram dois locais utilizados para o cultivo da droga. Em um dos pontos, foram destruídas aproximadamente 4 mil plantas. No segundo local identificado pelas equipes, outras 2 mil foram erradicadas.

Estruturas também foram inutilizadas

Além das plantações, os agentes encontraram estruturas usadas como apoio à atividade ilegal. Esses espaços foram inutilizados durante a operação. Uma prensa também foi localizada e destruída pelas equipes envolvidas na ação.

Outra plantação foi encontrada no nordeste do Pará

Também nesta segunda-feira (10), a Polícia Militar localizou uma plantação com 712 pés de maconha em uma área de mata na região da Vila do Cipoal, em Jambu-Açu, no município de São Francisco do Pará, no nordeste do estado.

O cultivo foi encontrado após uma denúncia sobre a possível existência de uma plantação de entorpecentes. Segundo a PM, as plantas estavam entre pés de mandioca, uma estratégia que teria dificultado a identificação da área. Os policiais também encontraram armadilhas de caça instaladas nas proximidades.

Após a localização, a plantação foi erradicada. Parte das plantas foi destruída no próprio local, enquanto uma amostra foi recolhida e encaminhada à Delegacia de Polícia Civil. Até o momento, não houve informações sobre a identificação ou prisão de suspeitos.

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