Pesquisa Simetria aponta liderança de Helder Barbalho e Éder Mauro na disputa ao Senado pelo Pará - Estado do Pará Online

Pesquisa Simetria aponta liderança de Helder Barbalho e Éder Mauro na disputa ao Senado pelo Pará

Levantamento mostra vantagem do ex-governador e cenário competitivo pela segunda vaga entre Éder Mauro e Celso Sabino.

Helder Barbalho e Éder Mauro lideram intenções ao senado.
Vinicius Loures e Renato Araújo/Câmara dos Deputados

A pesquisa mais recente do Instituto Simetria, divulgada nesta terça-feira (5), revela o panorama inicial da disputa pelas duas vagas ao Senado no Pará nas eleições de 2026. O levantamento ouviu mais de 1.200 eleitores com 16 anos ou mais, entre os dias 30 de abril e 4 de maio, com margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Regional Eleitoral sob o número PA-03800-2026.

Neste pleito, cada eleitor poderá votar em dois candidatos ao Senado. Para isso, a pesquisa considerou tanto a primeira quanto a segunda opção de voto dos entrevistados, consolidando os percentuais totais dos pré-candidatos.

O ex-governador Helder Barbalho (MDB) aparece na liderança isolada, com 47% das intenções de voto. Na segunda colocação, Éder Mauro (PL) registra 27%, seguido de perto por Celso Sabino (PDT), que soma 24% e figura como principal concorrente na disputa pela segunda vaga.

Na sequência, Zequinha Marinho (Podemos) aparece com 18%, enquanto Chicão (MDB) tem 9% e Fernando Carneiro (Psol) registra 6%.

O levantamento também aponta que 9% dos eleitores ainda não sabem ou não decidiram em quem votar. Outros 20% afirmaram intenção de votar em branco ou anular, enquanto 3% disseram que não pretendem votar ou devem se abster.

No quesito rejeição, Éder Mauro lidera com 25%, seguido por Helder Barbalho, com 22%. Chicão aparece com 14%, enquanto Fernando Carneiro tem 9% de rejeição. Celso Sabino registra o menor índice entre os citados, com 5%. Além disso, 9% declararam voto branco ou nulo nesse cenário, 2% não souberam responder e 6% afirmaram não rejeitar nenhum dos pré-candidatos.

Os números indicam um cenário com liderança consolidada na primeira posição e uma disputa mais acirrada pela segunda vaga ao Senado, ainda com espaço para mudanças ao longo do período eleitoral.

Leia também: