O Paysandu entrou com mais uma reclamação na Confederação Brasileira de Futebol (CBF) contra a arbitragem. No final de semana, a equipe se sentiu prejudicada na partida contra o Caxias pelas marcações do árbitro Wagner Francisco Silva, da Bahia, que expulsou o atacante Kleiton Pego e teria ignorado dois lances de pênaltis a favor dos bicolores.
Em vídeo divulgado nas redes sociais do clube, o presidente Márcio Tuma foi direto ao falar que uma das reivindicações junto à CBF é para que o trio de arbitragem – que tinha ainda os assistentes Ledes José Coutinho e Antonielson Jesus da Silva, ambos da Bahia – não sejam mais escalados para os demais jogos.
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Isso resultou em uma representação contra a equipe de arbitragem. Apresentaremos também uma notícia de infração junto ao STJD. Temos plena confiança na Comissão Nacional de Arbitragem. Sabemos da seriedade dela e que uma providência será adotada, seja para atender o nosso pedido de que a equipe de arbitragem seja afastada de qualquer competição até fazer uma requalificação.”, disse.
Também foi pedido que essa equipe (de arbitragem) não apite mais jogos do clube, até pela tensão e prejuízo causados”, completou.
Além disso, Tuma contou que está sendo solicitado à entidade que seja incluído o VAR na primeira fase da competição, a contar da próxima rodada, quando o Paysandu recebe o Floresta no dia 25 de maio em Belém.
Ciente de que a implementação do VAR não deve acontecer nesta primeira fase do Brasileirão, o presidente do Paysandu revelou ter colocado como opção à CBF que os custos da ferramenta de vídeo sejam arcados pelos clubes.
O ideal é que a Série C contasse com o VAR. Merece ter essa confiabilidade. Mas se não puder, que (a CBF) autorize aos clubes que possam arcar com os custos do VAR. É um pedido que faremos para o jogo com o Floresta”, finalizou.
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