Paysandu e Vasco: números e memórias do confronto - Estado do Pará Online

Paysandu e Vasco: números e memórias do confronto

Papão recebe equipe carioca no Mangueirão pelo jogo de ida da quinta fase e busca usar retrospecto recente em Belém como trunfo

Fernando Torres / Paysandu

O reencontro entre Paysandu e Vasco da Gama volta ao radar nesta terça-feira (21), às 21h30, no Mangueirão, pelo duelo de ida da quinta fase da Copa do Brasil. E o histórico mostra que o confronto costuma ser equilibrado.

Ao todo, as equipes se enfrentaram 15 vezes em competições oficiais. O Vasco soma 8 vitórias, o Paysandu venceu 6 partidas e houve um empate. O aproveitamento é apertado, com leve vantagem cruzmaltina, mas longe de ser um domínio absoluto.

Quando o recorte é Belém, o cenário fica ainda mais interessante para o Papão. Em oito jogos como mandante, o Paysandu venceu três vezes, empatou uma e perdeu quatro. No último encontro na capital paraense, vitória bicolor por 3 a 1, pela Série B de 2016, no Mangueirão.

Aliás, a Série B guarda boas lembranças para o torcedor alviceleste. Nos dois confrontos disputados pela competição em 2016, o Paysandu venceu ambos: 2 a 0 no Rio e 3 a 1 em Belém. Foi a última vez que os clubes mediram forças oficialmente.

Pelo Brasileirão, o retrospecto é mais antigo e com maior número de jogos. Foram 13 partidas, com 8 vitórias do Vasco, 4 do Paysandu e um empate. Ainda assim, o Papão construiu capítulos marcantes, como o 2 a 0 em 2002, em Belém, e o 2 a 0 em São Januário, em 2003.

Entre os resultados mais expressivos do duelo está o 6 a 1 aplicado pelo Vasco em 1995, mas também há goleadas bicolores, como o 2 a 0 fora de casa em 2003. O confronto alterna momentos de superioridade dos dois lados ao longo das décadas.

No recorte geral de gols, o Vasco marcou 24 vezes, enquanto o Paysandu balançou as redes 15 vezes. O Papão marcou em 67% dos jogos do confronto, o que indica que dificilmente passa em branco diante do adversário.

Agora, o contexto é outro. Eliminatório, em dois jogos, com a vaga decidida nos detalhes. Para o torcedor paraense, o histórico recente, especialmente os resultados de 2016, serve como combustível emocional.

O primeiro capítulo será escrito no Mangueirão. E, se depender do retrospecto recente em casa, o Paysandu tem argumentos para acreditar.

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