O Tribunal de Justiça de Santa Catarina formalizou o arquivamento das investigações sobre a morte do cão “Orelha” na última quinta-feira (14). A sentença atende ao pedido do Ministério Público, que descartou a participação de adolescentes em supostas agressões na Praia Brava.
A perícia realizada após a exumação do animal revelou que ele sofria de um quadro crônico de osteomielite na mandíbula. Segundo o laudo técnico, não foram encontrados sinais de fraturas ou ferimentos causados por intervenção humana recente.
O Ministério Público baseou sua conclusão na análise minuciosa de quase dois mil arquivos digitais e depoimentos colhidos. O material examinado incluiu dados de celulares apreendidos e registros de câmeras de monitoramento da região litorânea.
A investigação apontou uma divergência de 30 minutos nos horários dos sistemas de segurança instalados no local. Após o ajuste da cronologia dos fatos, comprovou-se que os suspeitos e o animal não estiveram juntos no momento do incidente.
As evidências técnicas indicam que a eutanásia do cão foi motivada por uma condição de saúde grave e preexistente. O Poder Judiciário ratificou que a morte decorreu de causas naturais da patologia, encerrando definitivamente o processo.
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