Cidades

Homem é morto a pedradas no Jurunas; crime é registrado por câmeras de segurança

Conhecido pelos moradores desde a infância, Luiz Alan foi morto dentro da vila onde morava

Por Elielson Almeida
29/07/2026 às 08:55 • 2 min

Imagens de câmeras de segurança registraram o homicídio de Luiz Alan Mendes, de 43 anos, na madrugada desta terça-feira (28). (Foto: reprodução)

As imagens de câmeras de segurança que circulam nas redes sociais mostram a violência do assassinato de Luiz Alan Mendes, de 43 anos, ocorrido na madrugada desta terça-feira (28), no bairro do Jurunas, em Belém. O homem foi atingido repetidas vezes com pedras e lajotas dentro da vila onde morava e morreu ainda no local.

As circunstâncias que levaram ao crime ainda são apuradas e, até o momento, a motivação do homicídio não foi esclarecida pelas autoridades.

Conhecido pelos moradores da vila desde a infância, Luiz Alan vivia em situação de vulnerabilidade social e enfrentava problemas relacionados ao uso de drogas. Mesmo assim, vizinhos relatam que ele mantinha uma convivência pacífica com a comunidade, que frequentemente o ajudava com alimentação e chegou a disponibilizar um espaço para que ele pudesse morar. Foi justamente nesse local que ocorreu o ataque.

Após o crime, equipes da Polícia Militar localizaram e prenderam em flagrante Denilson Monteiro Malato, apontado como principal suspeito. Conforme relatos de testemunhas, ele foi encontrado com marcas de sangue pelo corpo e negou envolvimento no homicídio durante a abordagem.

O suspeito foi encaminhado para a Seccional Urbana de São Brás, onde permanece à disposição da Justiça. A Polícia Civil conduz as investigações, que incluem a análise das imagens de segurança e a oitiva de testemunhas para esclarecer a dinâmica do crime e identificar sua motivação.

O Portal Estado do Pará Online solicitou posicionamento da Polícia Civil sobre a autuação do suspeito, o andamento das investigações e a possível motivação do homicídio. O EPOL também procurou a Polícia Militar para obter detalhes sobre a prisão em flagrante e a atuação das equipes na ocorrência.

Leia também:

WhatsApp