A defesa de Altemar Sarmento Filho afirmou nesta terça-feira (14) que cabe à Polícia Civil do Estado do Pará comprovar a participação do jovem no ataque contra um homem em situação de rua, ocorrido em Belém, mesmo diante da circulação de vídeos que mostram a agressão.
O advogado Humberto Boulhosa também levantou questionamentos sobre o uso da arma de choque no episódio. Segundo ele, o equipamento não teria capacidade de provocar danos graves à vítima. A defesa sustenta ainda que o dispositivo estaria danificado no momento da ação.
O caso ganhou grande repercussão após imagens viralizarem nas redes sociais, mostrando o momento em que um homem em situação de rua é atingido pelas costas com descargas elétricas, sem reagir.
Após a divulgação dessas imagens, novos vídeos passaram a circular, indicando que os estudantes envolvidos já utilizavam o taser anteriormente. Nas gravações, eles aparecem testando o equipamento entre si, dentro de um estacionamento do Centro Universitário do Estado do Pará (Cesupa), em uma suposta brincadeira.
As imagens reforçam a linha de investigação, que busca esclarecer as circunstâncias do caso e a possível participação de outros envolvidos.
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