O Paysandu chegou à marca de 32 cartões amarelos na Série C do Campeonato Brasileiro. O número reflete a intensidade da equipe ao longo da campanha e também acende um alerta sobre a média de advertências, que gira em torno de 3,6 cartões por partida. Se contados os vermelhos, a quantidade aumenta para 36.
No decorrer das nove rodadas, o Papão registrou pelo menos um cartão amarelo em cada uma delas. Diante do Anápolis, o time alviceleste anotou o maior número de jogadores advertidos, com sete atletas penalizados ao todo. No acumulado, três dessas advertências evoluíram para cartão vermelho, resultando em expulsões: Kleiton Pego, expulso contra o Caxias; Pedro Henrique e Luciano Taboca, expulsos no duelo contra o Figueirense.
Confira:
05/04/2026 – Volta Redonda 1×1 Paysandu: Quintana, Pedro Henrique.
12/04/2026 – Paysandu 2×0 Brusque: Caio Mello, Castro.
18/04/2026 – Paysandu 2×1 Barra: Marcinho, Pedro Henrique, Henrico.
25/04/2026 – Itabaiana 1×1 Paysandu: Pedro Henrique, Caio Mello.
03/05/2026 – Paysandu 3×1 Botafogo-PB: Iarley, Marcinho, Tiago Índio.
09/05/2026 – Paysandu 2×1 Anápolis: Brian Macapá, Bonifazi, Luccão, Caio Mello, Thayllon, Juninho.
17/05/2026 – Caxias 2×1 Paysandu: Kleiton Pego (2 amarelos → 1 vermelho), Henrico, Luciano Taboca.
25/05/2026 – Paysandu 2×0 Floresta: Pedro Henrique, Luciano Taboca, Marcinho, Henrico.
31/05/2026 – Figueirense 1×1 Paysandu: Pedro Henrique (2 amarelos → 1 vermelho), Gabriel Mesquita, Brian Macapá, Luciano Taboca (2 amarelos → 1 vermelho).
*Na partida entre Paysandu e Anápolis, o zagueiro Iarley foi expulso com vermelho direto.
Individualmente, nomes como Pedro Henrique, Luciano Taboca, Marcinho e Caio Mello aparecem com maior frequência entre os amarelados. Este recorte também demonstra a concentração de cartões em setores específicos do campo, especialmente defesa e meio. Na liderança das punições aparece o camisa 39 do Lobo, Pedro Henrique. Cria da base, o volante soma 6 cartões amarelos e 1 vermelho na Série C.
O cenário ganha peso à medida que o campeonato avança e o acúmulo de cartões representa um risco à composição da equipe devido a possíveis suspensões. Para um elenco menos robusto, sem tantas peças de reposição, estes desfalques podem impactar diretamente o planejamento da comissão técnica para a sequência da competição que pode levar o Bicola de volta à Série B.
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