Após pressão internacional, paraense sequestrada por Israel em missão humanitária para Gaza é liberada

Após pressão internacional, paraense sequestrada por Israel em missão humanitária para Gaza é liberada

Ativista paraense fazia parte da flotilha interceptada por forças israelenses no Mar Mediterrâneo

Beatriz Moreira integrava missão humanitária que levava alimentos, remédios e ajuda para Gaza. (Foto: reprodução)

A ativista paraense Beatriz Moreira de Oliveira, integrante da coordenação nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), foi libertada após a interceptação da flotilha humanitária Global Sumud Flotilla por forças israelenses no Mar Mediterrâneo.

A informação foi confirmada por integrantes do movimento nesta quarta-feira (21), após pressão internacional e denúncias envolvendo supostos maus-tratos, humilhações e detenções dos ativistas que participavam da missão humanitária com destino à Faixa de Gaza.

Natural de Belém, Beatriz fazia parte da delegação brasileira presente na embarcação, que levava alimentos, remédios e ajuda humanitária para a população palestina em meio à crise humanitária na região. Segundo o MAB, os 428 integrantes da missão começaram a ser liberados após mobilizações internacionais e cobranças de organizações de direitos humanos sobre a ação israelense.

Caso ganhou repercussão após interceptação da embarcação em águas internacionais. (Foto: reprodução)

A interceptação da flotilha havia ocorrido em águas internacionais e gerou forte repercussão internacional. Organizações ligadas ao movimento classificaram a ação como ilegal e denunciaram violações de direitos humanos durante a abordagem.

Mesmo após a libertação dos ativistas, entidades e movimentos sociais seguem cobrando o fim do bloqueio imposto à Faixa de Gaza e pedem acompanhamento internacional sobre a situação dos participantes da missão humanitária.

O caso ganhou repercussão nacional após a participação da ativista paraense na missão internacional de solidariedade ao povo palestino.

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