"Temos que fazer dois gols para valer um", dispara Junior Rocha - Estado do Pará Online

“Temos que fazer dois gols para valer um”, dispara Junior Rocha

Árbitro do Rio de Janeiro, Tarcizo Pinheiro Caetano anulou um gol do Paysandu ainda no primeiro tempo alegando toque de mão do atacante Ítalo.

Foto: Jorge Luís Totti/Paysandu

O Paysandu saiu mais uma vez na bronca com a arbitragem na Série C do Campeonato Brasileiro. Pela segunda rodada do torneio, os bicolores ficaram no empate em 1 a 1 com o Brusque no Estádio Banpará Curuzu em uma confronto marcado por um gol anulado do atacante Ítalo.

Ainda no primeiro tempo, quando o placar estava zerado, o Paysandu marcou com o centroavante, mas o árbitro Tarcizo Pinheiro Caetano, do Rio de Janeiro, alegou toque na mão do camisa 9 bicolor e anulou o lance.

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Após ao jogo, o técnico Junior Rocha foi enfático ao criticar a atuação dom árbitro. De forma irônica, o treinador lembrou que houve uma situação de gol anulado contra o Volta Redonda na estreia da competição.

Estamos em uma sina. Temos que fazer dois gols pra valer um. Foi assim contra o Volta Redonda e hoje novamente. No momento, esse gol faria total diferença na partida, pois estávamos em cima do adversário e um gol anulado daquela maneira, sem ninguém entender. Eu não falo de arbitragem, não sou capacitado para isso, mas se sai gol era um momento em que o jogo se tornaria totalmente diferente”, disse.

Junior Rocha contestou ainda o lance que originou o gol do Brusque. Para o treinador, houve uma “carga” em cima de Marcinho na origem do lance.

O gol também que o Brusque fez achei carga em cima do Marcinho, um pênalti que ele deu pra nós também foi duvidoso Enfim. Uma arbitragem confusa de Série C”, finalizou.

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