O protesto de moradores dos municípios de Acará e Bujarú contra a instalação de um aterro sanitário na região do Acará terminou por volta das 18h50 desta sexta-feira (6), em Belém.
Mesmo debaixo de forte chuva, os manifestantes caminharam pela Avenida Governador Magalhães Barata, mantendo o ato até chegar ao cruzamento da Avenida Almirante Barroso com a Avenida Ceará, no bairro de São Brás.
O protesto aconteceu paralelamente a uma audiência pública destinada a debater o projeto, que contou com a participação de autoridades, representantes da empresa Ciclus Amazônia e moradores preocupados com os possíveis impactos ambientais e sociais da iniciativa.
A sessão foi remarcada pelo desembargador Luiz Gonzaga da Costa Neto, do Tribunal de Justiça do Estado do Pará, após a audiência anterior, realizada em 20 de fevereiro, ter sido interrompida por tumultos.
Em nota, a empresa reafirmou seu compromisso com o “diálogo institucional, legalidade e transparência do licenciamento ambiental”. Já os manifestantes reforçaram a oposição à instalação do aterro, pedindo maior participação da população e esclarecimentos sobre os impactos do projeto nas comunidades vizinhas.
Leia também:










Deixe um comentário