A família da assessora comercial Laila Carolina Souza da Conceição, de 29 anos, iniciou uma campanha solidária para arrecadar recursos e viabilizar o translado do corpo da jovem para o Pará. Laila foi assassinada a facadas no último domingo (11), no município de Nova Maringá, no interior de Mato Grosso. O sepultamento deve ocorrer em Santa Bárbara do Pará, na Região Metropolitana de Belém, onde ela nasceu e onde vive a mãe, Maria Milena Santos de Souza.
De acordo com familiares, o custo do translado gira em torno de R$ 28 mil. O valor inclui o deslocamento do corpo, que sairá de Diamantino, no Mato Grosso, com transporte aéreo até Belém e, posteriormente, transporte terrestre até Santa Bárbara do Pará. A mobilização também busca garantir a transferência dos três filhos da vítima, um menino de 12 anos e duas meninas gêmeas de 7, para o Pará, onde ficarão sob os cuidados da avó materna.
As crianças, uma delas que presenciou o crime, estão atualmente acolhidas em uma casa de passagem em Mato Grosso e deverão ser encaminhadas ao Pará assim que os trâmites legais forem finalizados.
Como ajudar
A vaquinha foi criada para custear o translado do corpo e auxiliar nas despesas emergenciais relacionadas às crianças. As doações podem ser feitas via Pix, utilizando o CPF 602.719.492-87, em nome de Maria Milena Santos de Souza, mãe da vítima.

Crime
Laila Carolina foi morta com múltiplos golpes de faca dentro de uma residência em Nova Maringá. O principal suspeito é o cunhado da vítima, de 29 anos, irmão do companheiro dela, que foi preso após fugir do local. A família nega qualquer relação amorosa entre Laila e o suspeito, informação que chegou a circular informalmente após o crime.
Segundo relatos dos familiares, Laila pretendia deixar a cidade e retornar ao Pará por se sentir insegura e isolada. Ela trabalhava e sustentava sozinha os filhos e, conforme a mãe, vinha sendo alvo de ciúmes e comportamento obsessivo por parte do agressor.
O caso é investigado pela Polícia Civil de Mato Grosso, que apura a motivação e a dinâmica do crime.
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