Nos 16 municípios, apenas 69,05% das pessoas possuem acesso à água, enquanto 99,99% vivem sem coleta de esgoto, segundo o estudo.
Os bilhões de investimentos anunciados pelos governos federal, estadual e municipal na mais charmosa capital da Amazônia não evitarão que Belém exiba para o mundo suas favelas de palafitas nos bairros periféricos, com esgoto a céu aberto, que colocam Belém entre as piores capitais brasileiras em termos de saneamento básico, como mostram os relatórios anuais do Instituto Trata Brasil.
Na noite da última terça-feira (14), a Prefeitura de Belém apresentou o ambicioso projeto do Programa de Macrodrenagem da Bacia Hidrográfica do Mata Fome (Prommaf) no Gabinete Municipal. Com um investimento total de R$ 300 milhões, a iniciativa promete trazer melhorias significativas para mais de 100 mil moradores dos bairros da Pratinha e do Tapanã, em Belém.
O Congresso debateu assuntos importantes para a população da Amazônia, ressaltando o papel do Ministério Público e a preocupação real com a universalização dos serviços do saneamento na região. Aproveitamos para apresentar as nossas experiências exitosas de Manaus, como a proteção dos vulneráveis, Tarifa Social e Tarifa 10, além de Barcarena, cidade que queremos, ter um ritmo mais intenso nos serviços de água e esgoto. Isso é qualidade de vida e saúde para o barcarenense.
A situação complicou após a chuva da última terça-feira (16), deixando o lixo à deriva na via.
O alagamento foi registrado na passagem Dom Pedro, dentro da Comunidade Boa Esperança 2, durante a manhã chuvosa da sexta-feira santa.
















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