Os servidores reivindicam o acordo de pagamento das ações judiciais do dissídio e também cobram celeridade ao cumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 23/24, além de "péssimas" condições no ambiente de trabalho.
Os manifestantes interditaram a via, permitindo apenas a passagem de algumas motocicletas e ambulâncias. Com certa frequência, os operários paralisam as atividades para reclamar dos constantes atrasos de salários na obra.
A categoria cobra o pagamento do piso do magistério e o pagamento do salário mínimo no vencimento base dos auxiliares de serviços gerais e funcionários de apoio administrativo.
Segundo informações, a manifestação é em prol de uma possível melhoria para a segurança da avenida, na qual já foram registrados muitos acidentes nos últimos meses.
O percurso dos motociclistas no protesto está sendo de Ananindeua ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT-8), no centro de Belém.
Os alunos do Colégio Paes de Carvalho fecharam a avenida 16 de novembro, ao lado da escola, para protestar contra as "péssimas" condições estruturais do prédio centenário.
Feirantes reclamam das condições de trabalho no Complexo do Guamá e cobram a conclusão das obras no local.
Os trabalhadores exigem maior segurança após assaltos na avenida.
















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