Os servidores da Assistência Social em Belém atingem nesta quinta-feira a marca de 18 dias em paralisação. A categoria protesta contra a Lei Municipal nº 10.266/2026, sob a justificativa de que a medida desestrutura o plano de carreira e retira direitos consolidados.
A mobilização ganha força com a realização de um ato público unificado iniciado na sede da Fundação Papa João XXIII. Após a concentração, o grupo segue em caminhada pela Avenida José Malcher para encontrar manifestantes das áreas de educação e saúde.
O destino final do protesto é a Secretaria Municipal de Saúde, onde as categorias pretendem unificar as reivindicações locais. O objetivo central do movimento é pressionar a prefeitura pela revogação imediata da nova legislação vigente.
Lideranças sindicais denunciam que a falta de diálogo da gestão municipal motivou a continuidade da greve por tempo indeterminado. Segundo o Sintsuas, a precarização do serviço público atinge diretamente o atendimento à população mais vulnerável da capital.
Os manifestantes alertam para o desmonte das políticas de assistência social e cobram uma negociação efetiva com o executivo. A união de diferentes setores do funcionalismo público marca uma nova etapa na pressão popular contra as recentes reformas administrativas.
Leia também:










Deixe um comentário