O levantamento foi conduzido em 2023 pela Secretaria Especial de Articulação e Monitoramento da Casa Civil, e monitora municípios sob risco de ter enxurradas, enchentes e deslizamentos.
A ação recebeu o apoio da Polícia Civil do Maranhão e aconteceu nesta terça-feira (7), na cidade de Santa Inês.
Segundo as investigação até aqui conduzidas pela Polícia Federal, a movimentação bilionária se deu através de contratos, envolvendo o Governo do Pará, a Prefeitura de Belém e a Prefeitura de Parauapebas. R$ 733.335.824,16 foram empenhados pelo Governo do Estado do Pará, no período de 2017 a 2023. Outros R$ 1.058.841.950,51 foram destinados pelos municípios do estado do Pará em processos licitatórios no período de 2017 a 2022 – sendo R$ 505.660.708,21 só com a prefeitura de Belém.
São 33 mandados em Belém, cinco em Benevides, três em Parauapebas, um em Ananindeua, cinco em Santa Maria do Pará e um em São Miguel do Guamá, além de um em Barueri/SP.
A ação foca em uma empresa suspeita de lavagem de dinheiro e fraude em licitações, a qual atua na região há décadas.














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