O pré-candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) criticou a campanha da Nike que apresenta a nova camisa da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026. Em publicação nas redes sociais, o empresário classificou a peça publicitária como “favelagem”.
“Parabéns por mais essa favelagem”, escreveu o político ao comentar o vídeo divulgado pela marca esportiva.
A manifestação repercutiu nas redes sociais e provocou reações de integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL), grupo do qual Santos é um dos fundadores.
Sobre a campanha
A campanha publicitária da Nike mostra jovens, em sua maioria negros, jogando futebol em um ambiente com chão de areia. O vídeo também apresenta diversos elementos associados ao cotidiano popular brasileiro.
Entre os itens que aparecem na peça estão cadeiras de plástico, pipas, objetos de praia, um vendedor de milho e um cachorro caramelo, referências visuais frequentemente associadas a bairros populares e comunidades.
Críticas de integrante do MBL
A vereadora de São Paulo Amanda Vettorazzo (União Brasil), que também integra o MBL, comentou a campanha e criticou a abordagem visual adotada pela marca.
“A Nike resolveu adotar a estética da pobreza para fazer o marketing da seleção brasileira para a Copa. Tudo remete à favela, à miséria. É esteticamente feio. Simbolicamente pavoroso. O Brasil não é isso”, afirmou.
Renan Santos já fez declarações semelhantes sobre o tema em outras ocasiões. Em vídeo publicado nas redes sociais, o pré-candidato afirmou que pretende “acabar com as favelas” caso seja eleito presidente.
Na mesma publicação, ele declarou:
“Favela é uma b**. A cultura que sai da favela, infelizmente, quase sempre é uma b****. A favela e a cultura da favela não reflete a mentalidade trabalhadora de muitas pessoas que vivem lá.”**
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