O presidente do Paysandu, Márcio Tuma, voltou a comentar os planos da diretoria para o futuro da Curuzu. Em meio às discussões sobre as atuais condições do gramado do estádio, o dirigente revelou que o clube trabalha com a ideia de uma intervenção mais ampla na estrutura da casa bicolor, envolvendo desde a substituição do gramado até um possível projeto de ampliação e modernização do Vovô da Cidade.
Segundo Tuma, o objetivo é realizar uma intervenção mais profunda no campo ainda este ano, mas ressaltou que o tamanho das mudanças dependerá da capacidade financeira do clube e de possíveis captações de recursos para um projeto de arena.
“Nós temos uma programação de fazer uma intervenção mais profunda, mas o tamanho dessa intervenção vai depender também dos recursos financeiros e também de um eventual projeto e captação de recursos para uma Arena Curuzu”, afirmou à Rádio Clube do Pará.
O dirigente explicou que a troca do gramado, debatida internamente após as dificuldades enfrentadas pelo campo durante o período chuvoso em Belém, deve fazer parte de um planejamento integrado para o futuro do estádio.
“A gente quer fazer essa troca do gramado integrada com uma solução maior para o estádio”, disse.
No entanto, Márcio Tuma ressaltou que o clube pretende manter cautela no planejamento e evitar criar expectativas sem um projeto estruturado.
“Isso não é promessa; não quero aqui levantar nenhuma ideia indevida de que a gente vai começar a construir. É o que eu digo: para que o sonho vire realidade, tem que ter um projeto no meio. Então a gente vai atrás de apresentar realmente um projeto, a gente vai comunicar isso para a torcida”, afirmou.
De acordo com o presidente, a eventual substituição do gramado já deve acontecer, levando em consideração um plano mais amplo para a Curuzu.
“Tenho certeza de que essa troca, essa eventual substituição do gramado, já vai ser feita com base nesse protocolo mais integrado do que a gente quer para a Curuzu no futuro”, completou.
Por fim, ao comentar sobre a capacidade do estádio, Tuma revelou que enxerga como ideal uma Curuzu com capacidade para até 20 mil torcedores, priorizando conforto e melhores condições estruturais.
“Hoje nós temos uma capacidade de 16.700 pessoas. O clube que chega à final da Copa do Brasil precisa jogar em um estádio que tenha pelo menos 15 mil pessoas. Nós já temos aqui 15 mil torcedores, mas o desafio é que esses torcedores estejam confortavelmente sentados, acomodados. Se a gente puder fazer uma capacidade de 20 mil, acho que seria o ideal”, finalizou.
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