O Brasil contabiliza 88 casos confirmados de Mpox neste ano, segundo dados do Ministério da Saúde. A maior parte das ocorrências está concentrada em São Paulo, que soma 62 registros desde janeiro. Até o momento, não há mortes relacionadas à doença em 2026.
Além de São Paulo, há casos confirmados no Rio de Janeiro, Rondônia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Distrito Federal. Em 2025, o país registrou 1.079 casos e dois óbitos. Apesar do cenário atual ser considerado leve a moderada, autoridades sanitárias reforçam a importância do diagnóstico precoce e do cumprimento do isolamento.
A Mpox é causada pelo vírus Monkeypox e se transmite principalmente por contato próximo com pessoas infectadas, incluindo contato direto com lesões na pele, fluidos corporais, secreções respiratórias e objetos contaminados. O sintoma mais comum é a erupção semelhante a bolhas ou feridas, que pode durar de duas a quatro semanas. Febre, dores no corpo, dor de cabeça, cansaço e gânglios inchados que podem inchar no pescoço, axilas ou virilha quando o corpo está combatendo uma infecção..
Isolamento
O período de incubação varia de três a 16 dias, podendo chegar a 21 dias. A orientação é que pessoas com suspeita da doença procurem uma unidade de saúde para confirmação laboratorial. O tratamento é voltado ao alívio dos sintomas e prevenção de complicações, já que não há medicamento específico aprovado para a doença.
Em São Paulo, a Secretaria Estadual da Saúde informou um número diferente do divulgado pelo governo federal: 50 casos no estado. A capital lidera os registros, seguida por municípios do interior e da região metropolitana. Em 2025, o estado havia registrado 126 casos apenas nos dois primeiros meses do ano, o que demonstra variação no comportamento da doença.
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