Instabilidade atmosférica ganha força no Pará ao longo da próxima semana - Estado do Pará Online

Instabilidade atmosférica ganha força no Pará ao longo da próxima semana

Previsão para os próximos dias indica avanço das instabilidades e mudança no padrão do tempo no estado

Bruno Cecim / Agência Pará.

A próxima semana deve começar com tempo instável em grande parte do Pará, segundo a previsão meteorológica divulgada nesta sexta-feira (20). A expectativa é de chuvas moderadas a fortes, acompanhadas de pancadas isoladas e trovoadas, especialmente a partir de segunda-feira, 23, conforme comunicado da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMAS).

As instabilidades são favorecidas pela circulação atmosférica em altos níveis e pela atuação da Zona de Convergência Intertropical, fenômeno típico desta época do ano e responsável por intensificar a formação de nuvens carregadas sobre a região Norte.

No sudeste e sudoeste paraense, a tendência é de que as chuvas se tornem mais frequentes entre a tarde e a noite ao longo da semana. Já nas áreas do norte do estado, o tempo deve permanecer nublado, com precipitações distribuídas ao longo do dia.

Na Região Metropolitana de Belém, a previsão aponta céu encoberto e pancadas de chuva desde o início da semana, com maior intensidade no período da tarde e da noite. As temperaturas devem variar entre 23 °C e 29 °C, com umidade relativa do ar elevada, próxima dos 100% em alguns momentos.

O Arquipélago do Marajó deve concentrar os maiores volumes de chuva, com precipitações persistentes, principalmente nas áreas central e sul da região. O cenário reforça a sensação de abafamento e exige atenção de moradores ribeirinhos.

No Nordeste Paraense, a previsão indica chuvas no litoral no início do dia, com aumento da instabilidade ao longo das horas. Trovoadas e céu fechado são esperados, sobretudo nas regiões leste e sul, com ventos fracos predominando do quadrante nordeste.

Outro ponto de atenção ao longo da próxima semana é a variação das marés em áreas costeiras e portuárias, incluindo Belém, Salinas e Vila do Conde, o que pode impactar deslocamentos e atividades ribeirinhas.