Dr. Daniel se pronuncia após reportagem do Fantástico sobre suspeita de corrupção: "Padrão Barbalho de jornalismo" - Estado do Pará Online

Dr. Daniel se pronuncia após reportagem do Fantástico sobre suspeita de corrupção: “Padrão Barbalho de jornalismo”

Prefeito afirma que reportagem da TV Globo ignorou decisão do STF que suspendeu investigações

Foto: reprodução

O prefeito de Ananindeua, Dr. Daniel, se pronunciou após a exibição de uma reportagem do programa Fantástico, da TV Globo, que apresentou suspeitas de corrupção envolvendo a compra de uma casa de luxo no litoral do Ceará. Segundo a investigação citada na matéria, o imóvel poderia ter sido pago com recursos provenientes de empresas que mantêm contratos com a prefeitura.

De acordo com a reportagem, o Ministério Público do Pará suspeita que parte do dinheiro usado para quitar o imóvel teria sido repassada por empresas contratadas pela administração municipal, em um mecanismo descrito pelos investigadores como uma espécie de “vaquinha da corrupção”. O imóvel investigado estaria localizado em um condomínio de alto padrão e pode chegar a cerca de R$ 4 milhões já mobiliado.

Após a repercussão nacional do caso, Dr. Daniel divulgou uma nota pública negando as acusações. Segundo o prefeito, as denúncias são falsas e a reportagem teria ignorado uma decisão do Supremo Tribunal Federal, datada de 06 de março de 2026, que teria suspendido investigações e provas por supostas ilegalidades cometidas pelo Ministério Público do Pará.

Na manifestação, o prefeito também criticou o que classificou como divulgação precipitada de informações e afirmou que o conteúdo foi apresentado de forma sensacionalista. Ele ainda declarou que a situação ocorre em meio à janela partidária e pode interferir no debate público e no ambiente eleitoral.

Em nota pública, Dr. Daniel nega acusações citadas em reportagem exibida no Fantástico. (Foto: reprodução)

Dr. Daniel, que se apresenta publicamente como pré candidato ao governo do Pará, afirmou ainda ser alvo de perseguição política. Na nota, ele atribui os ataques ao que chamou de “oligarquia Barbalho” e a instituições que, segundo ele, estariam sob influência do governo estadual.

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