O delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel, rebateu críticas sobre a investigação da morte do cão Orelha ao associar os ataques a motivações políticas. O chefe da instituição afirmou que a pressão externa ocorre porque Santa Catarina é “um estado de direita”, relacionando os questionamentos à polarização ideológica.
Gabriel compartilhou mensagens ofensivas recebidas em suas redes sociais para reforçar que a atuação policial segue critérios técnicos e imparciais. Ele defendeu o rigor das autoridades catarinenses e argumentou que a polícia local não faz distinção entre criminosos jovens ou adultos na aplicação da lei.
A investigação central apura a conduta de três adolescentes suspeitos de agredir o animal até a morte em solo catarinense. O delegado aproveitou o caso para sugerir que os críticos deveriam cobrar o endurecimento das leis penais e a redução da maioridade penal junto ao Poder Legislativo.
Em sua manifestação, o gestor exaltou os índices econômicos do estado, como o baixo desemprego, para justificar a posição de destaque da região no cenário nacional. Para Gabriel, os ataques à corporação seriam uma reação ao modelo de gestão adotado e ao sucesso das políticas públicas de segurança.
Por fim, o delegado-geral esclareceu que não possui laços de amizade íntima com o advogado de defesa dos adolescentes envolvidos no crime. Ele explicou que o contato registrado em fotos antigas deve-se ao fato de o defensor ser um delegado aposentado, sem qualquer influência sobre o inquérito.
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