A audiência de instrução do caso Luizinho Costa, realizada no último dia 31 de março em Abaetetuba, foi marcada por estratégias de defesa que interromperam o andamento processual. O réu confesso Gleydson Moraes Queiroz manteve-se em silêncio e seus advogados abandonaram a causa, forçando o Judiciário a estabelecer um prazo para a nomeação de novos defensores.
Um pedido de transferência do acusado para o presídio local gerou estranheza na juíza Pamela Carneiro Lameira, diante do apoio dado pelo Ministério Público. A magistrada demonstrou cautela ao ressaltar que o retorno do criminoso à cidade onde o crime ocorreu poderia provocar grave instabilidade e comoção popular.
Confira o processo:



O que aconteceu?
O assassinato aconteceu em maio do ano passado, quando o radialista foi executado a tiros dentro do estúdio da rádio Guarani FM durante uma transmissão ao vivo. Após a prisão em Barcarena, o executor detalhou o planejamento da ação criminosa e indicou o local onde descartou as roupas utilizadas para despistar a polícia.
As investigações da Operação Antena da Lei revelaram que o crime foi motivado por disputas no setor de eventos da região do Baixo Tocantins. Até o momento, quatro suspeitos foram detidos, incluindo o proprietário de uma empresa de entretenimento apontado como um dos mandantes intelectuais do homicídio.
Entre os envolvidos figuram também os responsáveis pelo fornecimento da arma e pelo suporte logístico utilizado na fuga e ocultação de provas. O processo agora segue os trâmites legais para que os acusados sejam submetidos ao julgamento popular pelo Tribunal do Júri.
Com informações do portal Uruá-Taperá
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