A derrota para o Guaporé, pela segunda rodada da Copa Norte, encerrou a sequência de invencibilidade do Paysandu, mas o discurso no elenco foi de maturidade e confiança no trabalho que vem sendo realizado. Mesmo com uma equipe alternativa em campo, os jogadores destacaram o comprometimento do grupo e reconheceram que há pontos a corrigir.
Jean Drosny valorizou o desempenho coletivo apesar do resultado adverso. O goleiro ressaltou o contexto da partida e a formação utilizada. Ele afirmou que foi um “jogo difícil”, fez questão de parabenizar o adversário, atual campeão estadual, mas também exaltou “o espírito de luta, de grupo”, lembrando que era “o primeiro jogo profissional destes meninos juntos” e que o time “tem muito a evoluir na competição”, pedindo para manter “a cabeça erguida”.
A análise também passou pelas falhas que culminaram no gol sofrido. Luccão destacou o desgaste da viagem e a força física do adversário, reconhecendo que o gol saiu em “erro nosso, erro individual e também coletivo”. Para ele, o caminho é claro: “levantar a cabeça e buscar os três pontos na próxima partida”.
Recém-chegado, Bruno Bispo fez a estreia com a camisa bicolor e tratou o momento com serenidade. O zagueiro disse que sabia das dificuldades, lembrou que chegou há duas semanas e que a equipe ainda busca entrosamento, mas deixou claro que isso “não é desculpa”. Ele classificou o lance do gol como “um vacilo de todos” e projetou a sequência da temporada com foco na Série C: é preciso “trabalhar, ter a cabeça fria, porque tem muito campeonato pela frente e vamos lutar para chegar nas cabeças”.
Mesmo com o tropeço, o ambiente no Paysandu é de confiança no grupo e na evolução ao longo da competição. O discurso é de responsabilidade compartilhada, aprendizado rápido e reação imediata.
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