Mais de 40 anos após os primeiros registros oficiais, os acidentes com escalpelamento já atingiram mais de 400 pessoas no Pará. De acordo com um estudo da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), 98% das vítimas são mulheres ribeirinhas.
Nos últimas décadas, o número de vítimas caiu de forma significativa após a criação da Comissão Estadual de Enfrentamento dos Acidentes com Escalpelamento, em 2008 e do Dia Nacional de Combate e Prevenção ao Escalpelamento, criado pelo Governo Federal em 2010.
Entretanto, a Amazônia ainda é líder em casos do acidente no Brasil. No Pará, por exemplo, eles acontecem principalmente no Arquipélago do Marajó, onde vivem mais de 500 mil pessoas divididas entre 17 municípios e mais de 3 mil ilhas e furos, onde o acesso ao atendimento médico de alta complexidade é escasso e desafiador.
O que mudou nos últimos 40 anos? O que está sendo feito para ajudar essas vítimas? O que ainda falta para erradicar os acidentes com escalpelamento no Pará? Saiba mais na reportagem a seguir, vencedora da Seleção Petrobras de Jornalismo – Ciência e Diversidade na categoria Vídeo.










Deixe um comentário