O Paysandu tenta transformar desempenho em resultado na Série C. Após a derrota para o Vasco da Gama pela Copa do Brasil, o foco volta totalmente para a competição nacional, onde o time ainda está invicto, mas deixou pontos pelo caminho dentro de casa.
Para o volante Caio Mello, a sequência pesada de jogos exige equilíbrio entre recuperação física e ajustes no campo. “Essa semana vai ser mais corrida, mas a gente também precisa ir ao campo. Temos coisas técnicas e táticas para melhorar. A gente sabe que é um elenco novo, mas todo mundo que está aqui tem a confiança do Júnior e do grupo. Seja Copa Norte, Copa do Brasil ou Série C, que é nosso principal foco, o professor vai decidir quem está melhor, 100%, para cada jogo”, afirmou.
O jogador avalia que o time vem competindo bem, mesmo com o resultado positivo não aparecendo nas duas últimas partidas em casa. “Acho que fizemos três bons jogos. Contra o Barra, mesmo com um segundo tempo abaixo, também fomos superiores. São equipes que devem brigar na parte de cima da tabela. Fico chateado porque queríamos dar a vitória ao torcedor, que tem lotado o estádio até em dias de chuva. Mas a Série C é muito difícil. Já estou na minha terceira e sei que todo jogo é complicado”, destacou.
Apesar da invencibilidade, o próprio elenco reconhece que é preciso transformar volume de jogo em gols. Contra o Vasco, por exemplo, o Paysandu fez um primeiro tempo intenso, pressionando e criando chances, mas voltou a sofrer com a falta de eficiência. “Os adversários têm sido mais letais que a gente. Isso é uma coisa que sabemos que precisamos trabalhar”, completou Caio.
Com a tabela equilibrada e apenas os oito primeiros avançando, o Papão sabe que a regularidade será determinante. A meta agora é manter o nível de atuação, corrigir falhas pontuais e pontuar fora de casa para seguir firme na briga pela classificação.
O próximo adversário será o Itabaiana, sábado, 25, em Sergipe, pela quarta rodada da Terceirona. Contra o Itabaiana será da mesma forma. Vamos ser agressivos para buscar o resultado fora, como fizemos contra o Volta Redonda. E, quando voltarmos a jogar em casa, sabemos que precisamos fazer o nosso papel com o apoio da torcida.”
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