Um advogado acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo que a Polícia Federal (PF) investigue o papa Leão XIV, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-presidente Jair Bolsonaro e o ator Leonardo DiCaprio. Segundo informações do colunista Pablo Giovanni, do Portal Metrópoles, a petição aponta uma suposta participação das autoridades em um esquema internacional de clonagem de DNA.
O caso chegou à Corte e ainda não teve um ministro relator sorteado para a condução do processo. De acordo com o autor da ação, o advogado Kelmo Martins Bandeira, existe uma organização responsável por práticas de “clonagem de DNA, controle mental, manipulação genética e substituição de pessoas por clones”. Ele classifica o grupo envolvido sob as alcunhas de “666” e “Babilônia”.
A petição sustenta que integram o suposto esquema a Igreja Católica, familiares de DiCaprio e Hunter Biden, filho do ex-presidente dos Estados Unidos Joe Biden. Apesar das acusações formuladas na ação, o documento protocolado no tribunal não apresenta nenhuma evidência científica ou elementos de prova que sustentem a existência real do cenário relatado pelo advogado.
Petição alega cativeiro de famosos e alterações físicas
O autor alega que a organização teria mantido pessoas em cativeiro, além de cloná-las, substituí-las e submetê-las a alterações genéticas induzidas. A petição também sugere que “a maioria dos artistas baianos”, “a turma do Calcinha Preta” e até “metade da população de São Luís e de Fortaleza” estariam envolvidas ou teriam sido afetadas pelas ações do grupo.
O documento apresenta uma lista de pessoas que seriam as supostas vítimas da organização “666”:
- Artistas e celebridades: Tatau, Claudia Leitte, Wladimir Brichta, Marina Ruy Barbosa, Marcelo Serrado, Samuel Rosa, Miguel Falabella, Wesley Safadão e Solange Almeida.
- Esportistas e influenciadores: Neymar, Ronaldo Fenômeno e Gabigol.
- Políticos e empresários: Hamilton Mourão, Joesley Batista e o jornalista William Bonner.
- Casos específicos: As cantoras Maiara, Maraisa e Marília Mendonça.
Bandeira afirma na ação que o Projeto Genoma decodificou o código genético dos humanos, iniciando uma prática de alteração das características físicas da pessoa, incluindo sexo. “O estrago é de grande monta. Pessoas começaram a ser assediadas e violentamente tiveram a sua genética clonada. Outra pessoa, acompanhada de robôs, assume a identidade genética e a vida do outro. Geralmente quem pratica o crime no Brasil é membro de facção”, prossegue o advogado.
Alegações sobre Marília Mendonça e Joesley Batista
Em outro trecho da petição, o advogado afirma que o empresário Joesley Batista teria aparecido na cidade de Barreirinhas (MA) com sexo feminino e “grávida”. Outro ponto defendido na peça jurídica é que a cantora Marília Mendonça estaria viva, e que a pessoa morta no acidente aéreo ocorrido em 2021 teria sido um clone.
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