Cidades

Gestantes da Ilha do Combu participam de encontro sobre gravidez e amamentação

Atividade promovida pela Sesma reuniu mulheres ribeirinhas para orientações sobre pré-natal, cuidados com o bebê e aleitamento materno

Por Felipe Borges
18/08/2026 às 10:02 • 2 min

Foto: Bruno Almeida / Ascom Sesma

Gestantes ribeirinhas da Ilha do Combu, em Belém, participaram de uma programação voltada à saúde da mulher nesta segunda-feira (17). A atividade foi promovida pela Secretaria Municipal de Saúde de Belém (Sesma) em referência ao Dia da Gestante, celebrado em 15 de agosto, e ao Agosto Dourado, campanha de incentivo ao aleitamento materno.

O encontro ocorreu na Estratégia Saúde da Família (ESF) Combu e reuniu gestantes e familiares atendidos pelo Projeto Casulo. A programação incluiu orientações sobre pré-natal, direitos das gestantes, cuidados durante a gravidez, amamentação e a importância do vínculo entre mãe e bebê.

Encontro abordou cuidados com os bebês

Durante a atividade, as participantes também aprenderam técnicas de Shantala, que podem auxiliar no alívio das cólicas dos bebês. O encontro contou ainda com uma palestra sobre a importância do afeto, da comunicação e da presença materna para o desenvolvimento saudável da criança.

A programação também proporcionou um momento de acolhimento e troca de experiências entre as gestantes, com orientações relacionadas aos cuidados durante a gestação e após o nascimento.

Projeto Casulo atende gestantes ribeirinhas

O Projeto Casulo, desenvolvido pela Sesma na ESF da Ilha do Combu, oferece acompanhamento às gestantes ribeirinhas. A iniciativa complementa o atendimento de pré-natal com ações de acolhimento, escuta, informação e fortalecimento de vínculos.

As gestantes participam de rodas de conversa quinzenais com orientações sobre direitos, parto humanizado, atuação de doulas, exames, situações de urgência, planejamento reprodutivo e cuidados no pós-parto.

O projeto também promove atividades de relaxamento e ginástica laboral e conta com a participação de doula. A proposta é aproximar os serviços de saúde pública da realidade das mulheres ribeirinhas.

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