Cidades

Helder celebra reconhecimento do Theatro da Paz como Patrimônio Mundial pela Unesco

Ex-governador do Pará destacou a importância do teatro para a cultura e a história do estado após anúncio da Unesco.

Por Ludmila Viana
27/07/2026 às 19:47 • 2 min

O ex-governador do Pará, Helder Barbalho, Helder Barbalho, comemorou nesta segunda-feira (27) o reconhecimento do Theatro da Paz como Patrimônio Mundial Cultural da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). O anúncio inclui o espaço histórico de Belém e o Teatro Amazonas, em Manaus, na categoria “Teatros da Amazônia”, tornando-os os primeiros bens culturais da Região Norte a receber o título.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Helder afirmou que a conquista reforça a importância da cultura e da história paraense. “Nosso Theatro da Paz foi escolhido como Patrimônio Mundial Cultural pela Unesco. Também não podia ser diferente. Esse teatro extraordinário, particularmente eu acho o teatro mais lindo do mundo, fortalece a nossa cultura, a nossa história, a memória e todos os fazedores de cultura do nosso Estado”, declarou.

O x-governador também destacou que o reconhecimento acontece em um momento em que a Amazônia ganha visibilidade internacional. Segundo ele, o título representa mais um motivo de orgulho para o Pará e amplia o destaque do Estado no cenário mundial.

“O mundo se volta para a Amazônia e encontra no Pará esse ponto de referência. Parabéns ao Theatro da Paz, parabéns ao Pará. Orgulho da nossa terra”, afirmou.

O reconhecimento foi oficializado pela Unesco nesta segunda-feira (27), após candidatura apresentada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em parceria com o Ministério da Cultura e o Ministério das Relações Exteriores, com colaboração das secretarias de Cultura do Pará e do Amazonas.

Inaugurado em 1878, o Theatro da Paz é um dos principais símbolos da arquitetura e da vida cultural paraense. Construído durante o ciclo da borracha, o espaço integra o patrimônio histórico brasileiro desde a década de 1960 e, agora, passa a fazer parte da Lista do Patrimônio Mundial Cultural da Unesco ao lado do Teatro Amazonas, representando a história e a importância dos chamados “Teatros da Amazônia”.

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