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Fim de ciclo, início de ciclo: Seleção precisa de “reinvenção” para 2030

Por Junior Cunha
06/07/2026 às 12:43 • 2 min

Foto: Rafael Ribeiro/CBF

A eliminação precoce na Copa do Mundo de 2026 traz dois fatores para a Seleção Brasileira: fim e início de ciclo. A queda para a Noruega – que segue sendo uma pedra no sapato brasileiro em Mundiais – coloca um ponto final em uma geração com pouco brilhantismo e abre espaço para um futuro que promete – promete! – ser melhor.

A Copa dos Estados Unidos, México e Canadá foi, pelo menos, a terceira de nomes como Alisson, Danilo, Marquinhos, Casemiro e Neymar. Peças importantes em outrora, mas que fecham o ciclo de 2026 em baixa e sem o principal objetivo, a conquista do hexacampeonato.

Publicamente, apenas Neymar e Marquinhos falaram sobre o encerramento do vínculo com a Seleção. O atacante, de forma mais direta, deixou o Metlife Stadium, em Nova Jersey, afirmando que “agora acabou”. Já o zagueiro, e capitão nesta Copa, foi mais contido e deixou no ar a possibilidade de não estar em 2030.

Que essa nova geração possa assumir o novo ciclo com tranquilidade”, disse.

E “nova geração” é um termo que será seguido de forma literal a partir de setembro pelo técnico Carlo Ancelotti, quando a Seleção Brasileira terá a primeira convocação do novo ciclo para os dois amistosos contra a Austrália.

Renovar será preciso e isso deve acontecer de forma quase que total. Principalmente com novas lideranças surgindo.

Será a hora de Endrick, Rayan, Estêvão e Bruno Guimarães – este o “vovô” da geração – assumirem de vez a responsabilidade que até esse domingo, 5, era de Casemiro e afins. Com eles, a tendência de ter um Vini Junior mais maduro para “capitanear” a Seleção.

Nomes “novos” em um ciclo completo sob o comando de Carlo Ancelotti.

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