A Polícia Civil do Pará, em conjunto com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, deflagrou entre os dias 5 e 7 de maio a Operação Hemostasia. A ação, que integra a rede nacional RENORCRIM, resultou na prisão de 10 lideranças de uma facção criminosa que opera no território paraense, além do cumprimento de mandados de busca e apreensão em quatro estados brasileiros: Pará, Goiás, Rio de Janeiro e Santa Catarina.
A investigação, conduzida pela Delegacia de Repressão às Facções Criminosas (DRFC), identificou que os criminosos ocupavam cargos estratégicos na hierarquia do grupo, como “Idealizadores de Missões” e “Torres”.
Os mandados foram cumpridos em municípios da Região Metropolitana de Belém (Ananindeua e Benevides), no nordeste paraense (Vigia), e em capitais e cidades do interior de outros estados, como Blumenau (SC), Aparecida de Goiânia (GO) e Rio de Janeiro (RJ).
Entre os presos estão nomes como João Victor Guimarães do Rosário e Dalton Rodrigo Ramos de Oliveira. Um dos investigados, Julio Cezar Nunes Pinheiro, atentou contra as equipes policiais no momento da captura e precisou ser neutralizado pelos agentes.
Ele foi socorrido e encaminhado para atendimento médico.
Articulação
O diferencial da “Hemostasia” é o seu braço financeiro. Através da Rede Nacional de Recuperação de Ativos (RECUPERA), a operação visa não apenas prender os executores, mas asfixiar o poder financeiro da organização. No total, o ciclo atual da Operação RENORCRIM já contabiliza 20 mandados de prisão cumpridos contra membros desta facção.
A Polícia Civil do Pará, em conjunto com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, deflagrou entre os dias 5 e 7 de maio a Operação Hemostasia. A ação, que integra a rede nacional RENORCRIM, resultou na prisão de 10 lideranças de uma facção criminosa. pic.twitter.com/TqRZ2kA4WK
— Portal Estado do Pará Online (@Estadopaonline) May 8, 2026
Além do crime de integrar organização criminosa, foram efetuadas prisões em flagrante por:
- Tráfico ilícito de drogas;
- Associação para o tráfico;
- Posse ilegal de arma de fogo;
- Homicídio qualificado (cumprimento de mandado preventivo).
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