O atestado de óbito da paraense Krisley Poliana apontou que a morte foi causada por uma cadeia de complicações clínicas graves iniciadas por uma lesão no intestino grosso, descrita no documento como laceração provocada por objeto contundente.
Segundo o laudo, a lesão desencadeou uma infecção generalizada, caracterizada como sepse, que evoluiu para peritonite — inflamação severa na cavidade abdominal — e, posteriormente, para choque séptico.
Nesse estágio, o organismo passa a não responder adequadamente à infecção, comprometendo funções vitais e elevando consideravelmente o risco de morte.
Ainda de acordo com o documento, o agravamento do quadro provocou distúrbios severos de coagulação sanguínea, identificados como coagulopatia intravascular disseminada, condição que compromete a capacidade do corpo de controlar hemorragias.
O estado clínico culminou em falência múltipla dos órgãos.
Krisley Poliana havia se submetido a três procedimentos estéticos na Bolívia: mamoplastia, abdominoplastia e lipoaspiração. As cirurgias foram realizadas pelo médico Rembert Lijeron.
Conforme relatos de familiares, as primeiras complicações surgiram após a abdominoplastia, quando ela começou a sentir fortes dores abdominais.
Nos dias seguintes, o estado de saúde piorou rapidamente, resultando na sucessão de complicações descritas no atestado de óbito.
Leia também:









Deixe um comentário