O ator Juliano Cazarré anunciou o lançamento do curso “O Farol e a Forja”, evento programado para ocorrer em julho na capital paulista. A iniciativa foca em temas como liderança e espiritualidade, visando combater o que o artista classifica como um processo de enfraquecimento masculino.
Durante a divulgação, o intérprete utilizou a terceira pessoa para prever reações negativas ao projeto de formação. Ele afirmou que já esperava críticas severas, mas decidiu manter a organização do encontro voltado ao público masculino.
A postura do gaúcho gerou repercussão imediata e negativa entre diversos colegas de profissão nas redes sociais. A atriz Marjorie Estiano rebateu o posicionamento afirmando que ele está reproduzindo um discurso difundido que “mata mulheres todos os dias”.
Outros veteranos da teledramaturgia brasileira também manifestaram descontentamento com o teor e a forma do anúncio. Claudia Abreu destacou o cenário nacional de feminicídios, enquanto Paulo Betti criticou o “convencimento” do ator ao se referir a si mesmo como uma entidade.
Em contrapartida, personalidades do meio musical e esportivo saíram em defesa da proposta apresentada por Cazarré. O cantor João Netto e a ex-atleta Ana Paula Henkel elogiaram a coragem do ator diante das críticas recebidas pelo setor artístico
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