Polícia Civil prende dois suspeitos de roubo, extorsão e tortura em operação interestadual - Estado do Pará Online

Polícia Civil prende dois suspeitos de roubo, extorsão e tortura em operação interestadual

Mandados foram cumpridos em Santa Catarina e no Maranhão contra investigados por crimes ocorridos em Tailândia, no Pará.

Divulgação pc

A Polícia Civil do Estado do Pará cumpriu, nesta terça-feira (10), mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão contra dois homens investigados por roubo, extorsão, tortura e associação criminosa armada. A ação foi coordenada pela Delegacia de Homicídios de Agentes Públicos (DHAP) e contou com apoio das polícias civis de Santa Catarina e do Maranhão.

Um dos suspeitos foi preso no município de Joinville, onde foi localizado em sua residência. No local também foi cumprido mandado de busca e apreensão. De acordo com as investigações, o homem é apontado como autor de um latrocínio ocorrido em Belém em 2019 e possui outras passagens pela polícia por tráfico de drogas.

Outro mandado de prisão preventiva foi cumprido em São Luís, contra um investigado que já se encontrava custodiado no sistema prisional do estado. Segundo a polícia, ele ocupava posição de destaque em uma facção criminosa, exercendo a função conhecida como “torre” no bairro Val-de-Cans, em Belém. O suspeito também é apontado como participante de roubos a bancos no Pará e possui antecedentes por roubo e tráfico de drogas.

Crimes ocorreram em Tailândia

De acordo com a investigação, os dois homens são apontados como autores de crimes ocorridos em 3 de julho de 2025, no município de Tailândia, tendo como vítimas dois homens, pai e filho.

Na ocasião, as vítimas foram submetidas a grave ameaça mediante o uso de arma de fogo, além de sofrerem violência e tortura física e psicológica. Os investigados devem responder por roubo agravado pelo uso de arma de fogo, concurso de pessoas e restrição da liberdade da vítima, além de extorsão majorada e associação criminosa armada.

Os suspeitos permanecem à disposição da Justiça. As diligências continuam para identificar outros possíveis envolvidos nos crimes.

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