Tráfego na avenida Júlio César é liberado após avaliação emergencial em passarela sobre o canal São Joaquim - Estado do Pará Online

Tráfego na avenida Júlio César é liberado após avaliação emergencial em passarela sobre o canal São Joaquim

Interdição preventiva ocorreu após identificação de problema estrutural; prefeitura notificou empresas responsáveis pela obra.

Prefeitura de Belém liberou o tráfego na avenida Júlio César.
Divulgação/Prefeitura de Belém

O tráfego de veículos na Avenida Júlio César, próximo ao Canal São Joaquim e ao Parque São Joaquim, voltou a funcionar normalmente no fim da madrugada deste sábado (7). A liberação ocorreu após uma inspeção emergencial realizada pela Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura de Belém (Seinfra).

A Prefeitura de Belém informou que a avenida havia sido bloqueada temporariamente por precaução depois que equipes técnicas identificaram um possível problema estrutural em uma passarela de pedestres construída sobre o canal. A interdição permitiu a realização de avaliações detalhadas para verificar as condições da estrutura e garantir a segurança de quem circula pela área.

Enquanto o bloqueio esteve em vigor, agentes da Secretaria Municipal de Segurança, Ordem Pública e Mobilidade de Belém (Segbel) organizaram o fluxo de veículos e orientaram motoristas sobre caminhos alternativos para reduzir os impactos no trânsito em uma das principais vias da capital paraense.

A passarela integra o projeto de urbanização do canal São Joaquim, executado pelo Consórcio Igarapé São Joaquim, formado pelas empresas Construbase Engenharia e HTBR Arquitetura e Engenharia. Após a identificação do problema, a prefeitura notificou oficialmente o consórcio e abriu procedimentos administrativos para investigar possíveis responsabilidades técnicas na execução da obra.

Durante visita ao local, o prefeito Igor Normando (MDB) classificou a situação como grave e criticou a condução do serviço pela empresa responsável. Segundo ele, diante dos transtornos causados, a Construbase Engenharia — que lidera o consórcio — não deverá participar de novas obras públicas do município durante a atual gestão.

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