A administração americana enfrenta forte resistência internacional após divulgar um vídeo que mescla ataques reais ao Irã com imagens do jogo “Call of Duty”. A peça publicitária foca na exaltação do poder bélico e já soma mais de 30 milhões de acessos nas plataformas digitais.
O conteúdo utiliza trilha sonora ufanista para ilustrar as ofensivas coordenadas durante a gestão de Donald Trump. Especialistas e internautas reagiram com indignação à estética adotada, questionando os limites éticos dessa estratégia de comunicação.
A administração americana enfrenta forte resistência internacional após divulgar um vídeo que mescla at4qu3s reais ao Irã com imagens do jogo "Call of Duty". A peça publicitária foca na exaltação do poder bélico e já soma mais de 30 milhões de acessos nas plataformas digitais. pic.twitter.com/5H14hmNYgC
— Portal Estado do Pará Online (@Estadopaonline) March 5, 2026
Organizações de veteranos criticaram duramente a postagem, classificando a abordagem como uma tentativa infantil de transformar conflitos armados em entretenimento. Para o grupo, a gamificação da guerra desrespeita o sofrimento de combatentes e das vítimas envolvidas nos bombardeios.
Ativistas de direitos humanos pontuam que a edição ignora deliberadamente as baixas civis registradas durante as incursões em território iraniano. Segundo esses críticos, o foco visual esconde a morte de inocentes e de soldados americanos estacionados em bases regionais.
Apesar da repercussão negativa, o setor de comunicações da Casa Branca demonstrou satisfação com os índices de engajamento alcançados pela publicação. O diretor da pasta chegou a utilizar gírias do universo gamer para celebrar o alcance massivo da propaganda governamental.
Até o momento, o governo dos Estados Unidos não emitiu nenhuma retratação oficial sobre os danos causados às estruturas civis no exterior. A postura confirma uma nova diretriz de propaganda agressiva voltada especificamente para captar a atenção do público jovem.
Leia também:












Deixe um comentário